quinta-feira, 1 de abril de 2010

Não é amor!

Sem muito o que dizer pra quem já esta na crise dos sete no casamento e com um casal de gêmeos no maternal.
Conta de luz, água, telefone, internet, colégio das crianças, natação, mensalidade da faculdade e o mau humor do marido... Bom mesmo seria se parasse por ai.

Calma gente, é 1° de abril!

Mas eu analiso: em busca de um príncipe encantado, que não existe, é que nos deixamos levar (pelo menos 99,9% das mulheres) ...
Sedemos as flores que recebemos nos seis primeiros meses, ao jantares de aniversário de namoro, e aos bilhetinhos “esquecidos” na cabeceira da cama, bemmmmm lá no começo, onde ainda sentíamos frio na barriga só de lembrar do amado. Deixamos de dar valor aos pequenos detalhes e nos atemos ao trabalho mensal pra pagar a prestação do carro. Já não se cultiva mais os carinhos e de vez colocamos na gaveta o romantismo. Troca de olhares? Ah, boba. Só se for pra criticar a cor do batom. Posso mudar a cor do cabelo toda semana, que não vai fazer a mí-ni-ma diferença...
Para tudo tem uma justificativa: Isso não é amor!

Ah, o amor... Esse, só Martha Medeiros explica ou pelo menos tenta.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Quero um norte.

Sempre tem aquele dia que tudo (quase tudo) te irrita. A mente borbulha, as idéias mudam, mudam e mudam (porra!). O que era um desejo ontem hoje já não é mais. Droga.
Ok, voltando ao assunto.
Se não bastasse a minha grosseria eu ainda preciso suportar as dos demais. Logo hoje que estou tão contida e mais simpática do que nunca. Mas ainda assim irritada. Cansada? Talvez, fadiga doméstica.

Quando eu viajo na idéia de uma viagem, volto à realidade e percebo que não é bem isso que vai matar minha saciedade. Não será 30 dias, lembranças culturais, comidas típicas nem 8 GB em fotos.
Quero livros, cadernos, desenhos, um novo lar, uma nova terra, novas pessoas e uma bússola, de preferência. Não! Gps, é mais moderno. Ah, enfim... que seja... Alguma coisa. Longe daqui.

terça-feira, 30 de junho de 2009

"Talvez a sua resposta seja não."

Um dia as duas, no outro dia as três, depois as seis, duas, uma e meia, três e quarenta, cinco e vinte...
Já não sei mais o que é boemia e nem o que é insônia. Só sei que uma hora dessas, cidadão quem é a melhor pedida.

“Deixo o sol bater na cara
Esqueço tudo que me faz mal
Deixo o sol bater no rosto
Que aí o desgosto...”

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Eu tenho sede.

Aos 10 anos eu já me arriscava nos “projetos”, com 12 eu já pintava paredes, aos 15 já escolhia a cor dos sofás e aos 18 assumi minha identidade, mudança. Tenho sede por essa palavra.

Tem quem diga que eu seja uma metamorfose ambulante. Great! Isso me resume e, muito, talvez seja um ótimo “quem sou eu” para orkut.
Se não bastasse a cor das paredes eu mudo o cabelo, o guarda roupa e os amores.
Mudo o ser, mudo a confiança; todo mundo é composto de mudança já dizia Luís de Camões. Enfim, muda-se e sempre mudará o que as pessoas acham ao meu respeito.
Até porque, eu mudo tudo, toda vida.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Impossível?

Entre alfinetes, agulhas e verdades, escutei certa frase uma vez que, de fato, até hoje eu não esqueço.
- Tu sempre gosta do que é impossível!
Uma das poucas coisas que eu lembro do meu último (e único) namoro.

Talvez por isso Arnaldo Jabor tenha escrito a crônica “O amor impossível é o verdadeiro amor” E sinceramente eu não discordo em nada no que ele diz.
Porém o que me fez comprar seu livro, Amor é prosa sexo é poesia, foi o que consta na parte de trás da capa: “O perigo do amor é virar amizade; o perigo do sexo é que você pode se apaixonar.” Quase que impossível de acontecer!

Ironia é defeito? Só pra eu saber...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Domingos.

Hoje em dia há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, uma festa, uma melancolia.
É aos domingos quando eu mais sinto o silêncio e quando eu melhor converso com meus botões.