Um dia as duas, no outro dia as três, depois as seis, duas, uma e meia, três e quarenta, cinco e vinte...
Já não sei mais o que é boemia e nem o que é insônia. Só sei que uma hora dessas, cidadão quem é a melhor pedida.
“Deixo o sol bater na cara
Esqueço tudo que me faz mal
Deixo o sol bater no rosto
Que aí o desgosto...”
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